Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A comparação foi feita em Castelo Branco, onde o presidente da SEDES – Associação para o Desenvolvimento Económico e Social se deslocou no âmbito da criação de um núcleo regional deste organismo.
O antigo ministro das Finanças (2005) afirmou que “os credores começam a desconfiar" de que pode-se "não pagar as dívidas e, por isso, os juros não param de subir”.
Campos e Cunha referiu que prefere “aguardar pelo Plano de Estabilidade e Crescimento com um horizonte de quatro anos” para analisar a evolução da economia nacional e considerou“essencial que do lado da despesa aconteça alguma coisa”.
Isto porque, frisou, “quando os mercados acalmaram no início de janeiro, o Governo começou logo a falar outra vez do TGV [comboio de alta velocidade], o que é inacreditável”.
Em seu entender, Portugal “vai ter problemas para alguns anos, quatro ou cinco pelo menos, se as coisas correrem bem, e muitos mais se correrem mal”.
"O nosso país, neste momento, parece um carro desgovernado, com os pneus carecas, a duzentos à hora numa auto-estrada”, ironizou.
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