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Região 7 de julho de 2011

Idanha-a-Nova: Dezenas de vacas causam prejuízos em terrenos agrícolas arrendados pelo Estado

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

Dezenas de vacas a pastar sem guarda têm invadido e causado prejuízos em 15 hectares de cultivo de feijão-verde e outros produtos, em terrenos arrendados pelo Estado em Idanha-a-Nova, adiantou fonte da GNR à agência Lusa.

Dezenas de vacas a pastar sem guarda têm invadido e causado prejuízos em 15 hectares de cultivo de feijão-verde e outros produtos, em terrenos arrendados pelo Estado em Idanha-a-Nova, adiantou fonte da GNR à agência Lusa.

Segundo Sérgio Castanheira, um dos arrendatários que hoje apresentou queixa contra o proprietário dos animais, “as vacas circulam sem vigilância desde o último ano” nos terrenos do Couto da Várzea, alugados a diversos exploradores agrícolas.

Nos últimos “dois a três dias”, as investidas sobre os campos de feijão-verde intensificaram-se e a última aconteceu hoje de manhã, quando dezenas de vacas “voltaram a entrar nos terrenos”, contou à Lusa.

Aquele arrendatário diz ser apenas “uma das vozes descontentes” entre agricultores “que pagam para ter os terrenos, investem neles e, apesar das queixas, ninguém resolve o problema da passagem do gado”.

Além de comerem o feijão-verde, os bovinos danificam as culturas quando passam e destroem equipamentos de rega, como aspersores, referiu.

Segundo Sérgio Castanheira, os prejuízos ainda não estão calculados, “mas ascendem certamente a milhares de euros”.

O proprietário dos animais, Luís Calvário, disse à Lusa que vai retirar os animais para uma parcela de terreno mais pequena ao longo dos próximos dias.

No entanto, queixa-se de “falta de condições” para tratar do gado depois da chegada dos arrendatários das terras, que acusa de abrirem passagens para os animais, “de maneira a terem razão de queixa”.

A situação “é difícil”, refere, mas “não há outro remédio senão tirá-las”, concluiu.

Meloa, melancia, beringela e feijão-verde estão entre as culturas que este ano crescem no Couto da Várzea, nos antigos terrenos de experimentação de Direção Regional de Agricultura da Beira Interior. Sucedem ao cultivo do tabaco e, segundo Sérgio Castanheira, há contratos de fornecimento assegurados, entre eles, com uma empresa espanhola.

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