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Região 16 de dezembro de 2016

Castelo Branco: Maria José Batista esclarece dúvidas de Paulo Moradias

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

A Vereadora da Câmara Municipal Maria, José Batista, respondeu hoje ao vereador do PSD Paulo Moradias que questionou executivo sobre a cobrança da taxa de saneamento a munícipes onde não existe rede pública, uma situação que considerou "estranha".

A Vereadora da Câmara Municipal Maria, José Batista, respondeu hoje ao vereador do PSD Paulo Moradias que questionou executivo sobre a cobrança da taxa de saneamento a munícipes onde não existe rede pública, uma situação que considerou "estranha".

A Vereadora responsável pelos pelouros do abastecimento de água, saneamento e resíduos, que confirmou a cobrança de uma tarifa onde não existe rede.

Maria José Batista explicou que, de facto, os serviços cobram uma tarifa de saneamento onde não existe rede, mas adiantou que o consumidor pode ou não pagar, desde que declare que não o quer fazer: "Isto porquê? Porque pagando mensalmente a tarifa de saneamento, nós vamos gratuitamente limpar a fossa sética".

Caso o munícipe opte por não pagar, cada deslocação é paga para prestação desse serviço que consta do tarifário dos SMAS.

"Esta é a explicação. Portanto, todo o consumidor que não tem rede de saneamento pode ou não pagar, basta enviar uma carta dizendo que não quer pagar rede de saneamento. No entanto, é dada uma resposta e uma explicação", sublinhou.

De acordo com Paulo Moradias, a Câmara Municipal, através dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS) de Castelo Branco, está a faturar um serviço que não está a ser prestado aos munícipes (tarifa de saneamento), em locais onde não existe rede pública.

"Parece que é prática recorrente há vários anos, a câmara municipal através dos serviços municipalizados faturar um serviço que, na nossa ótica e também dos munícipes, não presta. O serviço não está a ser prestado", afirmou Paulo Moradias.

O vereador do PSD, que falava na reunião pública do executivo municipal, pediu explicações para esta situação, que "faz pouco sentido".

"Se efetivamente a opção do munícipe é não se ligar à rede pública, isso será uma situação. Agora onde, de todo, a rede pública é inexistente e depois os munícipes têm que pagar pela prestação do serviço que não é disponibilizado, parece-me que não será uma situação muito cordial", sustentou.

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