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Região 13 de fevereiro de 2017

Vila Velha de Ródão: Luís Pereira defende economia e meio ambiente

Por: Diario Digital Castelo Branco

A Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão mantém uma postura de exigência pelo desempenho ambiental das empresas instaladas no concelho.

A Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão mantém uma postura de exigência pelo desempenho ambiental das empresas instaladas no concelho.

O presidente do Município, Luís Pereira, sublinha em comunicado a ideia de que “Vila Velha de Ródão quer investimento, mas um investimento que compatibilize o respeito pelo ambiente e o desenvolvimento sustentável. Não queremos no nosso concelho investimentos que coloquem em causa a qualidade de vida das pessoas, a biodiversidade, os ecossistemas e as questões ambientais”.

O autarca explica que “os investidores em Vila Velha de Ródão sabem que tem que cumprir essas questões ambientais. E hoje, com exceção da Centroliva, não temos das outras empresas comportamentos inadequados e que nos levem a atuar sobre elas”.

Luís Pereira diz que as questões ambientais têm sido uma preocupação do executivo camarário: “o nosso posicionamento é claro, e passa pela captação de investimento, pela produção de riqueza, e pela criação de emprego, mas não em prejuízo do ambiente, nem da qualidade de vida das pessoas”.

O presidente da Câmara reafirma a posição do município numa semana em que foram divulgadas imagens de poluição no Rio Tejo, recolhidas na zona de Abrantes. “Em Vila Velha de Ródão e na Barragem do Fratel não se viu essa poluição. Aqui não foi vista, mas sim em Abrantes. Como é que a poluição surge na zona de Abrantes, isso não sabemos, mas tudo isto é estranho”, disse.

Recorde-se que recentemente a Câmara de Vila Velha de Ródão aprovou, por unanimidade, o despejo administrativo de uma edificação localizada no Monte da Ordem, propriedade da empresa Centroliva.

Uma medida adotada tendo em conta a postura de exigência perante o desempenho ambiental da referida empresa. No entender do Município, este procedimento pretende pressionar a empresa a cumprir com as suas obrigações, estando em consonância com as entidades responsáveis pelo ambiente. 

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