Por: Cristina Valente
A Câmara Municipal de Castelo Branco, promove de 7 a 10 de março, em parceria com a Associação Amato Lusitano (AAL) a "Semana Cultural pela Igualdade" de forma a assinalar o dia Internacional da mulher.
A Câmara Municipal de Castelo Branco, promove de 7 a 10 de março, em parceria com a Associação Amato Lusitano (AAL) a "Semana Cultural pela Igualdade" de forma a assinalar o dia Internacional da mulher.
A iniciativa que vai decorrer com atividades em Castelo Branco e Alcains, pretende sensibilizar a população para temas como a igualdade de género, a violência doméstica [contra a mulher e as crianças].
Teresa Martins, vereadora e conselheira municipal para a igualdade, considera as autarquia entidades privilegiadas para a concretização de ações e medidas para uma sociedade "mais equilibrada e justa".
É com o objetivo de estimular a sociedade a (re)pensar as questões de igualdade que a autarquia e a AAL prepararam um programa que vai decorrer de 7 a 10 de março.
Dia 7 é apresentado o filme "Ama San" com realização de Cláudia Varejão. O filme vai ser exibido às 21:30 no Cine-Teatro avenida, com entrada livre. Uma sessão que contará com a presença da realizadora.
"Um filme muito forte, que aborda esta temática da igualdade" explica Teresa Martins.
Dia 8 para além da ação de rua "Uma comunidade ativa pela igualdade" vai ser apresentada a peça de teatro, "Os brincos à Ronaldo e outras histórias", uma peça dirigida ao público escolar, que será apresentada às 11:30 no Centro Cultural de Alcains.
No dia 10, tem lugar a última iniciativa, uma Tertúlia/Exposição sobre "Prevenir com arte - Maus tratos na infância", uma iniciativa dirigida a toda a comunidade que conta com a participação de elementos de duas Comissões de Proteção de menores, PSP e GNR.
O vice-presidente da autarquia, Arnaldo Brás, lembrou na apresentação do programa, que a Câmara tem colaborado muito com a Associação Amato Lusitano nestas questões de violência doméstica.
Portugal continua na cauda da Europa no que respeita à igualdade, "somos o terceiro ou quarto país mais desigual" afirmou Arnaldo Brás.
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