Por: Diário Digital Castelo Branco
O Município de Oleiros recebeu, nesta segunda-feira, 6 de abril, em visita oficial, o Presidente da República, António José Seguro. Esta deslocação assinalou o arranque da primeira Presidência Aberta do mandato, focada na Zona Centro do país, fustigada pelas recentes intempéries.
O Chefe de Estado visitou o Parque de Campismo de Oleiros, um dos locais do concelho mais afetados pela Depressão Kristin. Durante a visita, o Presidente percorreu uma parte dos passadiços da ribeira e do Parque de Campismo, onde tomou conhecimento direto dos danos causados. No local, António José Seguro, acompanhado pelo Secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado, e o coordenador da Estrutura de Missão para a Reconstrução da Região Centro do País, Paulo Fernandes, falou ainda com vários operadores de turismo, procurando entender os impactos da tempestade na atividade económica da região.
A receção ao Presidente da República, para além do Executivo Municipal, contou com a presença do Presidente da Assembleia Municipal, Paulino Mendes, dos Presidentes de Junta de Freguesia do concelho, e dos operadores turísticos que acompanharam o roteiro de proximidade. O programa no Parque de Campismo terminou com um almoço no local, que serviu como momento de diálogo com as autoridades locais. À mesa, entre outros produtos e iguarias regionais, o tradicional maranho e o vinho callum estiveram em grande destaque.
O Presidente da Câmara Municipal de Oleiros, Miguel Marques, sublinhou, durante a visita, que a mesma representa “um sinal de força para as populações e de confiança no futuro”.
O autarca destacou o esforço do Município, em conjunto com a empresa que explora o Parque de Campismo, explicando que procuraram “agir rapidamente para que o Parque não ficasse fechado" e pudesse continuar a receber os muitos visitantes que, habitualmente, procuram o concelho.
Relativamente aos danos causados pelas intempéries, Miguel Marques referiu que, embora existam “algumas dificuldades relativamente à fibra em algumas localidades”, a grande preocupação são os caminhos florestais. Segundo explicou, muitos destes caminhos estão “obstruídos pelas milhares de árvores que caíram, sendo considerada uma prioridade absoluta a remoção e limpeza do material lenhoso acumulado nas propriedades”.
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